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domingo, 10 de maio de 2009

Quem disse que tu és?
Quem pode afirmar?
Sim, tu és. E, daí?
Será que sou?
Te vejo em tudo.
Te amo em tudo.
Mas, e aí?
Sou?
Quem te disse isso?
Será?
Então, me faz assim.
Todos te amam.Inclusive, eu!!!!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Reflexões

Somos de uma geração de príncipes e princesas. As frustrações são mínimas, não nos ensinaram a tê-las. De quem é a culpa? Dos teus pais? Ora, deixa de bobagem. Teus pais sempre fizeram de tudo para que tu não fosses triste. E é tão triste lembrar que tu erras também. Pois é. Então, vem alguém te dizer que não és quem tu imaginas que sejas. Que a vida passou em um segundo e que todo mundo foi pra frente e tu ficaste. Bom, aí buscas dentro de ti tudo que gostarias de buscar. Desde as coisas boas até as ruins, mas tu não queres mais saber quem és. Por isso, vais para a noite. Bebes até cair, querendo esquecer que todo mundo erra também. Aí, no outros dia tudo volta. Desde os teus sonhos até os teus pesadelos. Teus medos são iguais aos de um monte de gente e dói saberes que és apenas mais um. Mais um perdido nas estradas e ruas. Aí, tu te achas protagonista dessa festa. E não és. Nem ninguém é.

Aí, tu choras, querendo que a tua vida volte ao início. Recomeçar a página do branco. Perder todas as memórias ruins. Aqueles merdads do colégio, que não existam mais. Que Aquela menina mimada nunca tenha te dado o fora. Aquele porre nunca tenha acontecido. Pena, que a vida pode recomeçar pra ti, mas para os outros, não. Então, tu vais para tudo que te tire do ar. Dormes que nem um bebê, bebes que nem uma criança e usas drogas que nem um imbecil. Nada te faz esquecer que tu não estás mais com a direção da tua vida na mão.

Bom, aí, que fazer? Não fugir mais. pode parecer uma bobagem, mas muito dos problemas do mundo estão aí. O ser humano anda cada vez mais down!!! E isso, não tem previsão de acabar....

domingo, 7 de dezembro de 2008

Despedidas

Sentado no concreto, com o sol na cabeça, uma camiseta do time no corpo e outra tapando os raios solares, de calça e com esperanças, lá estava eu querendo ser campeão brasileiro. Não fui. Apesar de toda a esperança, sabia que havia muitas chances de não ser. Não fui. Triste realidade, a de não saber se estarei aqui na próxima temporada. A de olhar para o estádio e sentir saudade de algo que ainda não terminou. Ou que não sei se terminará. Olho as pessoas, cada uma esperando o melhor, que não veio. Quem sabe ano que vem. Ah, cada despedida causa muita esperença. Nem que seja só da temporada de 2008.

Resolvi não me despedir desse blog. Não vale a pena, não há tanto poder assim das outras pessoas para que isso ocorresse. Assim, não me despedi dele. Dessa forma, seguiremos aqui e em outro, mas esse não divulgarei. É meu e não será público. Bom, lá se vai o ano. E olhar para ele é ver o que deu certo e errado. Confesso que nesse dia, em 2007, nem sonhava com nada que me aconteceu. Espero estar assim daqui a um ano. Se não der, espero que, se souber, seja feliz.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Que tristeza

Que tristeza é sentir a saudade vir.
Que tristeza é ver meu time perder.
Enfim, que tristeza é saber que a saudade
sempre tem um começo, mas nunca se sabe
o seu fim......

domingo, 3 de agosto de 2008

Não

Tem dias que não temos coragem de dizer não. Sabe, aquele não convicto. Aquele que tu enches a boca pra dizer ou gritar. Ser feliz vem muito daí. E ser corajoso também.Eu resolvi dizer um não bem grande, cheio de letras e sons. Vejo que não é dos cancerianos dizer não. Eu observo outras pessoas de câncer e elas não conseguem. Bom, disse um não pro que me deixava aflito, pro que eu não concordava, pros erros e a falta de ética dos outros. Disse não também para quem quisesse ver, para o meus comodismo.

Vejo que poucas pessoas têm conseguido isso. Eu tenho medo, sempre se terá. Pode ser que dê tudo errado, que não consiga nada. Que o tiro saia pela culatra. Medo. Mas medo faz a gente andar, faz a gente sentir que está vivo. Medo de nunca mais conseguir algo, de morrer na sarjeta, de não ser mais nada. Agora, tudo pode ser diferente. Sempre há dois lados de uma mesma moeda, mesmo que seja tão clichê. Estou apostando nisso. Tomara que dê tudo certo. Tomara.

domingo, 27 de julho de 2008

Idade

Bah, e lá fui eu para o jogo de hoje. A chuva que não parava de cair, o time que empatou, a gripe que não se foi, a ressaca que vem depois do balaço que tomei ontem, tudo isso junto. E lá fui eu ficar quase duas horas na chuva e ver meu mp3 enlouquecer. Acho que estou ficando velho. Não sei se tenho mais saúde para fazer isso...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Poeminha

A amada parte
e parte de mim
se parte também.
Estou à parte
de quem parte
sem partir,
partir o que restou.
A amada parte e
não reparte
o que ainda era meu
e agora é parte
de um tempo que passou.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O frio

Então, veio o frio. As pessoas de fora acham que é só o frio, mas não é. É muito mais. Tipo, conheço poucas pessoas que terminam namoro nos meses de inverno. Conheço poucas pessoas que estão solteira e não pensem em namorar quando esfria. O frio para nós, gaúchos, é muito importante. E o frio tem isso, ser de recolhimento, de introspecção.  Sei lá, tava pensando nisso, hoje, na lotação. Vi a alegria das pessoas de colocar manta, casaco, blusão... E isso é engraçado de se imaginar fora dessa época, desse momento. A vida é engraçada, né? Acho que cada lugar tem sua particularidade. Alguns, no carnaval. A gente, no frio. Esse país é muito grande e rico em tradições e culturas. Nós vivemos, segundo o Vitor Ramil, a estética do frio. Acho que é de quem vive no frio a eterna busca por quem e o que nos esquente....